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riscos_e_rabiscos

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Valha-lhes Deus!

                                   

 

Hoje ainda não fui trabalhar. E como era dia de convento, liguei para a mana-boss a comunicar que ainda não estava em condições para ir dar aulas (a não ser que ela queira que eu não fale, que eu contamine os putos com perdigotos e lhe mande a ela uma esca…t@ directamente para o meio da testa a ver se fica igual a mim!).
 
Foi uma conversa super interessante. Eu toda delico-doce como sempre a explicar o motivo pelo qual não iria hoje e oiço do outro lado com a bestialidade característica da mana-boss “ainda?”. Opa só me apeteceu transferir-lhe via telemóvel as minhas amígdalas e dores! É que aquele “ainda” tinha implícito desconfiança. Só que ela esquece-se que eu não sou cínica nem mentirosa.
A conversa cingiu-se a isto e “as melhoras”.
 
Telefono a seguir à minha colega para a informar da minha falta. E é claro que tinha de comentar isto com ela. Bom, parece que anda o Diabo à solta por aqueles lados e não há ninguém que o consiga expulsar.
Diz-me a minha colega que uma criança fez anos e foi distribuir bolos pelos profes – como é costume – mas que à revelia dela, levaram papel higiénico com o bolo embrulhado, em vez do guardanapo porque estes tinham acabado.
 
A mana-boss entra furiosa sala a dentro com o véu a esvoaçar por todos os lados, toda indignada, pois, segundo ela, não se entrega bolo à boss embrulhado em papel higiénico.
Vá mais uma descasca – de preferência à frente dos alunos para desautorizar ainda mais os profes – sem que uma pessoa tenha culpa nenhuma. Já viram isto?
 
Mas esta cena do papel higiénico deixou-me a pensar e acredito que deve ter alguma interpretação ao nível da psicologia. Huuummm…! Eu poderia apresentar já uma série de conjecturas mas tenho de ir almoçar que se faz tarde. :)